Mostrando postagens com marcador Esboço. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Esboço. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Aliviando a carga.
Mateus 11.25-30
            Jesus vem de um período onde começa a chamar seus discípulos para si no início do cap. 10, levando-os a aprender algumas coisas que eram necessárias as suas vidas que agora estavam tomando um novo rumo.
            O mestre faz muitas recomendações, diz exatamente como cada um tem que proceder naquilo que foram chamados a realizar naquele momento quando foram enviados a visitar as cidades que estavam acostumados a conhecer e viver. Depois disso o próprio Jesus começa a ensinar nas cidades de seus discípulos, Mt. 11.1, ensinando as pessoas aquilo que Deus tinha confiado a ele como missão. Muitos dias se sucederam com Jesus realizando estas coisas, teve encontro com os discípulos de João Batista, falou-lhes assegurando sua messianiedade, fez grande elogio a João, chamou atenção das cidades que não se arrependiam de suas maldades.
            Jesus então, em um dia que ensinava nas cidades, exclamou o texto que lemos nos ensinando verdades fundamentais para nossa jornada de vida, mas o que nos cansa? O que nos sobrecarrega? Como nos livrar disso?
1.      Venha o que está cansado.
·         Cansado do que? A palavra escolhida por Jesus é “κοπος – kopos: intenso trabalho unido a aborrecimento e fadiga” ou seja, Jesus está nos falando do cansaço da vida existencial! A sua vida!
·         O que na sua vida tem te causado cansaço, aborrecimento, fadiga, desanimo? Quero usar o próprio texto deste capítulo para lhe falar de possíveis momentos que estejam te causando todos essas coisas na vida.
·         O vs. 27 nos dá indicações de situações que estejam nos causando cansaço, nossa família, relacionamentos e missão que temos pra realizar. Temos vivido em momentos de grandes turbilhões emocionais, gangorras relacionais, rodas-gigantes de êxtase e desprazer em nossos encontros e desencontros, de um emprego que não nos realiza.
·         Nossas vidas tem sido dedicadas de forma intensa ao trabalho para sustento e com isso falhamos no cuidado de nossos relacionamentos. Cada dia mais é necessário trabalhar mais para se conquistar as coisas que pensamos ser necessárias e estamos desprezando aquilo que é essencial em nossas vidas, as pessoas que amamos.
·         Estamos fadigados de produzirmos tanto e não conseguirmos reconhecimentos que parecem ser tão merecidos por nós! O patrão tem nos cobrado como nunca antes; As esposas parecem nunca estarem satisfeitas; esposos cada vez mais cobrados e omissos; filhos que perderam o prazer na obediência por não terem em quem se espelhar, estamos vivendo a beira do caos, se já não dentro dele! Isto nos aborrece! (Ilustrações das coisas de família)
·         Aborrecidos, passamos a ter menos paciência com as coisas, amamos menos, nos contentamos com a violência com muita naturalidade, estamos aflorando nosso lado animal com muita presteza, sempre temos que ganhar a discussão, não levamos desaforo pra casa, não guardamos almoço pra o jantar! E vamos levando as nossas vidas, cansadas, fadigadas e aborrecidas, destruindo nossos relacionamento com os filhos, casamento, amizades se vão!
·         Não sendo o suficiente estarmos cansados, ainda estamos sobrecarregados! Mas Jesus diz

2.      Venha o que está sobrecarregado.
·         Sobrecarregado de que? A palavra escolhida por Jesus é φορτιζω – phortizo v 1) colocar uma carga sobre, carregar 2) metáf. oprimir alguém com uma carga (de ritos e preceitos sem sentido), ou seja Jesus está falando de nossa vida espiritual.
·         Jesus está apontando novamente para aquilo que está escrito no versículo 27, para aquilo que seu povo entendia como vida devota a Deus, que na realidade não passava de meros momentos devocionais sem qualquer sentido verdadeiro de um coração entregue ao Deus verdadeiro. Fariseus, saduceus e escribas colocavam grande peso na vida das pessoas, exigiam ritos cada vez mais constantes e caros, trazendo um peso religioso e humilhando os que não conseguiam fazê-lo.
·         Não conheciam ao Pai, por isso não reconheceram o Filho e muito menos a missão que o Filho quis revelar!
·         Nossa vida devocional está cada vez mais enfraquecida; orar para nós é simplesmente agradecer a Deus pelo que conquistamos em nossas camas confortáveis que produzem um sono muito rápido devido o cansaço do dia a dia. Bíblia, deixe-a aberta em salmos 91 que vai dar tudo certo e o pastor domingo traz uma palavra de conforto e nos motiva, fortalece para a semana!
·         Estamos sobrecarregados de uma religião falsa, porém convincente e conveniente à nós mesmos! E ainda queremos cobrar uns aos outros de coisas que nós mesmos não fazemos, ou se fazemos, realizamos como uma obrigação religiosa, algo que não pode ser mexido por ser santo!
·         Perdemos o verdadeiro senso de missão, estamos mais preocupados em agradar homens com suas doutrinas vãs do que a Deus com coração quebrantado e contrito! Igrejas sem alma! Pessoas sem alma, produzindo pessoas sem alma! Ritos religiosos semanais que são vazios de sentido e não transformam a vida de ninguém. Mas ainda há esperança!

3.      Aliviando a carga e encontrando o descanso. 
·        Jesus nos diz que pode aliviar a carga que carregamos quando nos chama a tomar o Seu jugo, ζυγος – zugos de enfadonhas leis impostas a alguém; mandamentos de Cristo para contrastá-los com os mandamentos dos Fariseus;
·         Interessante observar que Jesus não nos diz que vai carregar nossa carga sozinho e nos deixar sem peso, Ele nos manda pegar o Dele e passarmos o nosso pra ele, porque?
·        Jesus quer nos ensinar como nos relacionar com o Pai, com Ele e com o Espírito Santo, não em práticas vazias e frias, apesar de aos olhos humanos parecermos fervorosos, mas de um relacionamento íntimo para o cumprimento da missão, com uma espiritualidade sadia, com atitudes que privilegiam as pessoas e suas necessidades espirituais e físicas. Mt 10.42
·        Quando aliviamos a carga, a bíblia nos diz que encontramos descanso pra nossa alma. Pessoas sem alma, igrejas sem alma agora encontram novamente o real motivo de sua existência. Tudo aquilo que a sobrecarga e o cansaço produziam em nossas vidas tomam outra conotação, ALÍVIO!
·        Alívio da dor da solidão; alívio da dor do desprezo, alívio da incredulidade; alívio da dor da culpa; alívio da dor da falta de perdão; alívio da dor da tristeza; alívio da dor da intolerância; alívio da dor da descriminação racial, de gênero e social; alívio da dor da incapacidade; alívio da dor!

·        Vinde a Jesus, Ele te chama hoje! Receba alivio da carga e encontre descanso pra sua alma!

terça-feira, 5 de julho de 2016

O Deus que surpreende



João 7.53 a 8.11
         Estando em Jerusalém, Jesus usava o monte das Oliveiras como lugar para se retirar da movimentada atuação dele com o povo. Pela manhã bem cedo ele estava ensinado no templo, mas  a aula foi interrompida pela chegada dos escribas e fariseus, os quais conduziam uma mulher apanhada em adultério. Enfurecidos por causa do sucesso de Jesus e frustrados por sua incapacidade de se livrarem dEle, esses líderes aproveitaram a oportunidade para embaraçá-lO diante do povo. Embaraçar também a mulher, colocando-a no meio.
            Fazendo Jesus lembrar a exigência de se apedrejar o autor de tal ofensa (Dt. 22:23, 24), estes líderes quiseram saber qual o veredicto dele sobre o assunto. Eles o fizeram, tentando-o por meio de um dilema. Se Ele apoiasse a Lei, a qual aparentemente não estava sendo rigorosamente aplicada em tais casos, daria a impressão de não ter coração, além de decidir a morte de alguém sem o consentimento do governador, que O colocaria numa posição de insurgente e poderia ser morto por isso. Se advogasse a misericórdia, poderia ser proclamado como sendo demasiadamente clemente quanto à aplicação da Lei.
            Com esta atitude Jesus me faz pensar sobre como temos agido diante das circunstâncias de nossa vida e como temos analisado a vida como um todo. A quem Jesus queria confrontar com estas atitudes e palavras? Quem são os oprimidos? Porque Jesus é 0 Deus que nos surpreende?
1.    Jesus sempre está a favor do oprimido.
·         Estamos diante de uma cena tórrida de um ser humano sendo acusado de seus pecados cometidos e descobertos. A situação desta mulher é insustentável, ela foi pega no ato do adultério, não teria defesa, sua sentença era a morte.
·         É claro a posição desta mulher estar sendo oprimida. Seus pecados a oprimem e a delatam perante toda a sociedade ali presente, lembrando que Jesus estava ensinando no templo, num período de festa e conseqüentemente muitas pessoas estavam ali, e esta cena deve ter chamado muito a atenção dos que por ali passavam.
·         Jesus porém toma uma atitude inusitada! Ele se abaixa e começa a escrever na areia. Jesus surpreende a todos! Ele está sendo indagado como um mestre que atitude tomar diante de um grande problema pecaminoso de uma mulher pega em flagrante, sem qualquer possibilidade de defesa. Ele, simplesmente, se agacha e escreve.
·         A sua atitude provocou ainda mais a ira, aumenta-se o ardil da vontade dos fariseus e escribas sobre o real motivo daquele momento, estes homens da lei queriam pegar a Jesus, ou como um homem que desrespeita Moisés  ou como um mestre que desrespeita a lei romana de somente o governador determinar a morte de alguém.
·         Por isso afirmo que Jesus ao agachar-se,  demonstra para todos que ele não está apenas do lado da mulher, oprimida pelo seu ato de adultério, mas ele demonstra claramente que o coração destes homens, fariseus e escribas, estão oprimidos pelo desejo de matarem a Jesus, usando de uma armadilha sobre a lei. Jesus mostra que tanto a mulher como os homens foram traídos pelo seus desejos.


2.    O seres humanos são os oprimidos.
·         Jesus afirma esta nossa descoberta com a celebre e simples frase: " Aquele dentre vós que  não tem pecado que atire a primeira pedra" Posso ainda afirmar que, dentro da construção desta frase, Jesus propõe que, aquele que não tem o mesmo tipo de pecado. Jesus está falando para homens que oprimem as pessoas e cometem as mesmas coisas.
·         Somos todos pecadores, cometemos os mesmos tipos de pecados, temos vivido uma vida parcial, pela metade, somos os oprimidos que Jesus, O Deus que nos surpreende quer livrar. Jesus mostra com esta atitude que quer julgar a causa de todos os oprimidos! A princípio olhamos apenas para a mulher como alguém que está sendo destruída pelo pecado, mas nos enganamos com isso, Jesus olha toda a circunstância, Ele olha todos a sua volta, Jesus está olhando para nós agora.
·         É melhor que nosso pecado nos envergonhe do que nos destrua, e seja apresentado diante de nós para nossa acusação do que para nossa condenação.

3.    Se somos oprimidos pelo pecado, não temos direito a pedra.
·         Observe que é comum que aqueles que se auto justificam com seus próprios pecados sejam severos com os pecados de outras pessoas.
·         Não podemos nos deixar levar pela "qualidade" do pecado dos outros. Somos todos iguais, não é porque o pecado é de ordem sexual, ou moral, ou de escolhas para a vida que vão ser descritos como maiores ou menores, Jesus sabe do nosso coração, e isso faz com que percamos aquilo que pode estar escondendo nosso erro.
·         A pedra é uma metáfora para o que quer ser o que julga. Os que estavam com a pedra queriam julgar uma situação que não eram habilitados para isso, na realidade, eram pecadores do mesmo pecado, adúlteros, mas também escarnecedores.
·         Após Jesus apontar para dentro de cada um, e colocando o pecado de cada revelado, a atitude dos homens não eram as que Jesus gostaria que acontecesse. Por que após a saída de todos os homens que estavam a acusar a mulher, Jesus se dirige a mulher com uma pergunta muito interessante: "Mulher onde estão seus acusadores?" está pergunta me sugere a asseveração importantíssima do texto. JESUS ESTÁ AO MEU FAVOR!

4.    Jesus está ao meu favor.
·         "Mulher onde estão seus acusadores?"  Jesus expressa aqui que ele mesmo não acusava a mulher por sua escolha errada. Jesus além do coração humano conhece a lei judaica, o Mestre identificou que o que os homens falavam não tinham apoio irrestrito da lei. Deut 22.23-25.
·         Quando não estamos com o desejo de acusar, temos uma facilidade maior de liberarmos o perdão. Jesus não pré julgou, ele manteve sua posição de conciliador dos homens para com Deus.
·         "Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais" Expressão de perdão e libertação. Jesus afirma que ele não encontra mais contra esta mulher acusação, mas como? Por afirmar que não condena a mulher, significa não existir mas pecado, ela foi perdoada, livre, liberta, está curada!
·         " vai e não peques mais" não pode ser entendido como alguém que nunca mais vai pecar, isto é impossível. Como Jesus pediu que atirasse o que não tinha o mesmo pecado que está mulher, Jesus está dizendo a está mulher para não cometer o mesmo tipo de pecado outras vezes.
·         O que é necessário que Cristo modifique em sua vida hoje para que você vá, surpreendido pelo amor de Deus em Jesus e não peques mais?

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Parte 1 do treinamento para lideres inovadores pronto.
Estarei disponibilizando aqui em meu perfil e na pagina da igreja.
Deus os Abençoe.
Segunda Igreja Batista em São José de Imbassaí​
E como não posso deixar esquecido, te convidar tbm pra nosso aniversário de 2 anos de organização. de 28 de fevereiro a 2 de março.
ELOS é nosso curso de treinamento para lideres inovadores! Faça Parte deste time!

Treinamento ELOS P1

Malaquias 1.6-14
1. A excelência honra a Deus.
Neste momento o mais difícil em nossa vida é a gerência de nós mesmos. Nós nos conhecemos melhor do que qualquer outra pessoa. Veja o que o texto diz que o grande problema é que as pessoas estavam entregando o que eles tinham de pior e Deus quer o melhor deles. O que temos entregado ao Senhor em louvor e gloria para Ele?  Da mesma forma o que Deus quer de nós é o melhor que podemos fazer. Logicamente cada um tem limites que precisam ser respeitados, no entanto, podemos também melhorar diariamente e constantemente. E como temos entregado?

Como temos sido líderes de nós mesmos? Como temos gerenciado a nossa vida? O que temos feito no momento de crise? 1 Samuel 30 1-6. Precisamos compreender alguns princípios pra nossa vida que certamente melhorará a nossa liderança. Precisamos separar tempo para refletirmos sobre nós mesmos. Jesus, mesmo sendo Deus encarnado, nos ensina que precisamos refletir sobre nós mesmo. Ele sempre separava um lugar para orar, escutar a resposta de Deus, Jejuar. Marcos cap. 1-5. Não adianta nos apegarmos a dogmas religiosos, cargos, indicações, status, nada disso pode fazer com que lideremos e honremos o nome de Deus se o equilíbrio interior, ou como o Dr. Colleman chama de Inteligência emocional, não estiverem trabalhados.

Ao invés de pararem pensarem, refletirem, pedirem orientação a Deus, os soldados de Davi queriam matá-lo. Ao sinal de instabilidade alguns se revoltaram. Interessante a posição de Davi, ele apenas para, pensa, coloca suas emoções no lugar e entende que poderiam reverter a situação. Nós, diante das situações diárias precisamos deixar de ser meninos inconstantes e nos tornarmos homens e mulheres equilibrados. Crise não significa somente problema, mas também possibilidade de crescimento.

Posso afirmar que o crescimento aumenta ainda mais a nossa paixão pela vida. Quando nos acomodamos perdemos a chama que queima dentro da alma. Essa chama é que faz um pai levantar às 4 da manhã para trabalhar incansavelmente para dar uma boa qualidade de vida a sua família; essa chama que faz uma mãe acordar cedo e preparar um dia precioso para a sua família; é que faz um dono de empresa se empenhar para obter sucesso. É essa chama que deve estar acesa dentro da nossa alma para que possamos crescer e alcançarmos nossos objetivos enquanto seres humanos. Estar com a chama ardendo dentro da alma é que nos levará ao crescimento saudável enquanto seres humanos, enquanto igreja, enquanto empresas, enquanto estudantes.

domingo, 15 de janeiro de 2012

As verdades do livro profético de Miqueias


Tema: A imperfeição do homem produz julgamento; o perdão de Deus gera esperança de vida.
Miqueias 1.1-4; 7.18

1 - A irá vindoura
·         Cosmovisão e cosmogonia judaica. Deus era o autor tanto das bênçãos como das maldições. Ele agia de forma bondosa para com os que obedeciam e trazia julgamento para aqueles que desobedeciam, aqueles que usavam de maldade.  
·         Enfatizar que o pecado produz o julgamento, este julgamento divino e realizado no homem destruindo o próprio homem: 2.1-3 – O julgamento se dá pela ganancia dos ricos pela terra, onde, usavam de violência para tomar aquilo que não era deles, por isso Deus permite que fossem levados para o exilio da Assíria e logo depois para o exilio da Babilônia e este julgamento enfatiza a perda de terras por parte do povo judeu. E isto é enfatizado por um trocadilho no v.1 e v.3 – maquinam o mal - pa‘al ra – eis que projeto mal – chashab ra
·         Quem eram os que maquinavam mal e que sofreriam o julgamento? estes eram tão maus que Miqueias os comparou com canibais 3.2-3; Os cabeças (governantes) de Israel 3.1; profetas de Israel 3.7 – um profeta impostor era considerado imundo; os pervertidos que adoravam somente de aparência 3.9-12; sofreriam estes julgamentos pelo mau uso da justiça social. E estes castigos seriam de forma igual para todos. (comentar sobre a forma de escrita do capítulo 3)

2 - O anuncio da salvação.
  • 4.6-7 – Miqueias anuncia que Deus chamaria os excluídos para a salvação através do que reinaria no monte Sião, e ali, os coxos os expulsos do meio do povo e os aflitos (os que Deus havia castigado) estariam reunidos a fim de formar o núcleo da poderosa nação de Deus. Contraste entre os poderosos corruptos e os pobres excluídos! Esta profecia me lembra quando Jesus foi acusado pelos fariseus de comer com os pobres e pecadores. Mt 9.10-11
  • Isto vem corroborar com o significado do nome do profeta: “quem é igual a Jeová?” e o tema do livro de Miqueias que é enfatizar o poder de Deus no primeiro capítulo e demonstrar o seu perdão no ultimo: 7.18 “quem é semelhante a ti, que perdoas a iniquidade?”
  • 7.20 – as duas palavras principais deste versículo é fidelidade e misericórdia. A amorosa fidelidade e misericórdia de Deus para com sua aliança, aliança está feita aos pais Abraão Isaque e Jacó e renovada em Cristo Jesus pelo pacto da nova aliança nele. Lc 22.14-20 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Carta aos Hebreus


Arrependimento de obras mortas – cap. 6
·         Praticar as obras mortas do judaísmo é crucificar Cristo novamente  v6
·         Crucificar a Cristo novamente é expor o Senhor a vergonha e agindo assim é ser apostata; v6
·         A apostasia é a incredulidade – cap. 3.12-13,15,19 -  a apostasia não é uma questão interior, privada, e sim, uma questão aberta, publica e que desonra a Cristo.
·         As obras da lei levam à pessoa a morte – cap. 9.11-14
·         O nosso Deus é vivo e não habita em tabernáculos feito por mãos desta criação. Cap. 13.9 – Alguns por não estarem praticando a adoração que se fazia no templo eram ministrados que não poderiam se achegar a Deus por não estarem praticando tais ritos. O autor aos Hebreus nos afirma que o que confirma o nosso coração é a graça e não ritos mortos que provocam obras mortas em vidas mortas! (Falar de João Batista e o seu sumo sacerdócio e as mudanças de endereço de Deus)
2.    Jesus o Deus conosco. Cap. 2.17-18
·         Se tornasse semelhante aos irmãos - somente aquele que habitou entre nós e foi testado de todas as maneiras poderia ser um sacerdote misericordioso e, somente alguém que respondeu a todos os testes com obediência poderia ser um sacerdote fiel e sem pecado.
·         Misericordioso e fiel sumo sacerdote – está profecia foi feita na ocasião em  que envolvia o julgamento do sacerdote Eli (a família de Arão, 1 Sm 2.35). A fidelidade em cuidar de sua “casa” (cap. 3.6) e a misericórdia de salvar a sua “casa” (Cap.5.2), são descritos no final do versículo 17 onde Cristo foi o responsável por fazer propiciação com a sua vida por nós, ou seja, desviar a ira de Deus de nós.
3.    Jesus é o Deus em nós. Cap.12.1-3
·         Olhando firmemente para Cristo – o grande incentivo na vida do cristão é o exemplo supremo de fé de Cristo. Sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11.6), portanto o fundamento de nossa adoração é a fé!
·         Em troca da alegria que lhe estava proposta – ao invés de escolher uma vida de alegria Jesus escolheu morrer. Aqui tomo dois textos de Paulo, 2ª Cor. 3.16-18 – Fp 2.5-10, para explicar que a adoração que Deus deseja é que a sua igreja se torne como Cristo.
·         Como em um espelho – ficamos na frente do espelho para nos arrumar e colocar as coisas no lugar.
·         Quando nos “arrumamos” com a gloria de Cristo nos tornamos a igreja que adora a Deus em espírito em verdade!
·         A gloria de Cristo está descrita em Filipenses, e é um circulo que começa em Cristo e termina em Cristo. A igreja que adora é uma igreja humilde e humilhada diante do seu Senhor; uma igreja que reconhece sua pequenez e tem a honra de ser a noiva de Cristo; uma igreja que em todo o tempo exalta o nome que é sobre todo o nome, o nome na qual ela foi fundada, Cristo, o filho do Deus vivo!